O momento da transferência embrionária é um dos mais esperados na jornada da Fertilização in Vitro, não é mesmo?
É nessa etapa que o embrião é colocado no útero, marcando o início de uma nova esperança para quem sonha em aumentar a família.
Porém, com todas as etapas que envolvem o tratamento de reprodução assistida, é natural surgirem dúvidas. Uma das mais comuns está relacionada à quantidade de embriões transferidos. A decisão entre transferir um ou mais embriões envolve aspectos médicos, riscos e benefícios que precisam ser cuidadosamente avaliados.
Neste artigo, você vai entender como funciona a transferência embrionária e quais são as regras do Conselho Federal de Medicina para isso.
Navegue para saber mais sobre a transferência embrionária:
- Regra do CFM para o número máximo de embriões que podem ser transferidos
- Limite de embriões por idade da paciente
- O que é a transferência embrionária e qual o seu papel na FIV?
- O que é a transferência embrionária única?
- Como a InVentre conduz a decisão sobre o tipo de transferência embrionária?
- Dúvidas frequentes
Regra do CFM para o número máximo de embriões que podem ser transferidos
O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamenta os procedimentos de reprodução assistida por meio da Resolução CFM nº 2.320/2022, atualmente a norma vigente. Ela define quantos embriões podem ser transferidos por ciclo, sempre levando em conta a idade da paciente.
A regra tem como objetivo reduzir o risco de gestações múltiplas, preservando a segurança da paciente e dos futuros bebês.
Limite de embriões por idade da paciente
1. Pacientes até 35 anos
Máximo de 1 ou 2 embriões: mulheres nessa faixa etária têm maior potencial reprodutivo, portanto o risco de gestação múltipla é maior se mais embriões forem transferidos.
2. Pacientes entre 36 e 39 anos
Máximo de 2 embriões: Ainda boa resposta reprodutiva, mas com declínio gradual da taxa de implantação.
3. Pacientes com 40 anos ou mais
Máximo de até 3 embriões: A taxa de implantação cai significativamente após os 40 anos, permitindo um número maior de embriões.
E quais são os casos especiais?
- Óvulos ou embriões de doadora: a idade considerada é sempre a idade da doadora, e não da receptora, para definir o número máximo de embriões transferidos.
- Máxima autonomia médica: mesmo com o limite estabelecido, o CFM recomenda que o médico avalie a qualidade embrionária, histórico reprodutivo, risco obstétrico e saúde geral da paciente.
O que é a transferência embrionária e qual o seu papel na FIV?
A transferência embrionária é o procedimento que introduz o embrião desenvolvido em laboratório dentro do útero materno. Esse momento representa a etapa final do processo de Fertilização in Vitro (FIV), quando a técnica de reprodução assistida se une à capacidade natural do corpo de gerar uma gestação.
O procedimento acontece entre o 3º e o 5º dia após a fecundação dos óvulos, quando os embriões atingem o estágio ideal de desenvolvimento — o blastocisto — e têm maiores chances de implantação no endométrio.
Antes da transferência, o endométrio precisa estar receptivo. Por isso, a equipe médica acompanha a espessura e as características do tecido uterino por meio de ultrassonografias. Além disso, os medicamentos hormonais ajudam a preparar o ambiente uterino para receber o embrião com segurança.
A transferência em si é simples, indolor e rápida. O médico utiliza um cateter fino para depositar o embrião no útero. O procedimento não exige anestesia e dura cerca de 5 a 10 minutos.
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O que é a transferência embrionária única?
A transferência embrionária única, conhecida como Single Embryo Transfer (SET), consiste em transferir apenas um embrião selecionado por critérios rigorosos de qualidade.
Esse protocolo representa o padrão mais moderno em reprodução assistida, equilibrando altas taxas de sucesso com segurança gestacional.
A SET é indicada principalmente para pacientes jovens, com boa reserva ovariana e embriões de alta qualidade morfológica. Mulheres com endométrio receptivo e sem histórico de falhas de implantação também se beneficiam desse protocolo.
A transferência de um único embrião reduz significativamente o risco de gestação gemelar e suas complicações associadas. Assim, o tratamento se torna mais previsível, permitindo melhor planejamento pré-natal e acompanhamento individualizado.
A gestação única proporciona maior tranquilidade, menor exposição a intercorrências obstétricas e melhores desfechos neonatais. Por isso, é uma tendência que reflete o compromisso com a segurança materna e fetal sem comprometer as taxas de gravidez.
Como a InVentre conduz a decisão sobre o tipo de transferência embrionária?
Na Clínica InVentre, cada decisão sobre transferência embrionária é guiada por pilares, como: ciência, acolhimento genuíno e personalização completa do tratamento.
A escolha entre transferência única ou múltipla nunca segue um protocolo rígido, ela nasce da escuta atenta e da realidade clínica de cada paciente.
Avaliação personalizada e acompanhamento integral
Cada caso é analisado com cuidado pela equipe médica, que considera idade, histórico, qualidade embrionária e condições uterinas antes de qualquer recomendação.
Com o InVentre Care, você é acompanhado por meio do primeiro programa do Brasil voltado à melhor experiência do paciente em reprodução assistida.
Ele foi criado para transformar cada etapa do tratamento em uma jornada de aprendizado, acolhimento e resultados com o apoio de profissionais de diferentes áreas que caminham com você.
Essa equipe dedicada acompanha todas as fases da sua trajetória — do primeiro contato ao pós-transferência — oferecendo suporte próximo e orientação clara em cada passo.
Tal cuidado contínuo proporciona segurança e tranquilidade para viver o tratamento com mais confiança.
Inovação e decisão compartilhada
A InVentre alia acolhimento e inovação, utilizando recursos e protocolos atualizados que potencializam os resultados e garantem mais conforto durante o tratamento.
Todas as decisões são tomadas de forma transparente e participativa, reforçando o princípio “Nós falamos a verdade.” Aqui, você é protagonista da sua história — acompanhado(a) por uma equipe que compreende seus sonhos, suas dúvidas e seus medos.
Transferência embrionária é mais do que um procedimento. É parte do seu sonho.
Não existe uma resposta única sobre a escolha entre transferência embrionária única ou múltipla. O que existe é a decisão mais adequada ao seu momento, à sua saúde e aos seus objetivos reprodutivos.
A medicina avançou para permitir que cada escolha seja fundamentada em dados científicos e, ao mesmo tempo, sensível à singularidade de cada história.
Confiar em uma equipe que domina a técnica é essencial, mas é igualmente importante contar com profissionais que compreendem o peso emocional dessa etapa. A diferença está no equilíbrio entre evidência clínica e acolhimento genuíno, entre protocolo e escuta atenta.
A decisão sobre o tipo de transferência não se resume à chance de engravidar. Ela define como você viverá essa experiência: com equilíbrio, confiança e cuidado em cada passo.
Seu tratamento merece ser conduzido por quem entende que, por trás de cada embrião, existe um sonho sendo cuidadosamente cultivado.
Quer entender qual é o melhor tipo de transferência para o seu caso? Agende sua consulta com a InVentre e descubra como unimos ciência, inovação e humanização para realizar o seu sonho com segurança.
Perguntas frequentes sobre transferência embrionária:
A transferência embrionária dói?
Não. É um procedimento rápido e indolor, semelhante a um exame ginecológico comum.
Qual é o melhor dia para realizar a transferência?
O melhor dia para realizar a transferência embrionária depende de vários fatores, principalmente a qualidade dos embriões, o histórico reprodutivo da paciente e a estratégia da equipe médica.
Quantos embriões posso transferir?
A decisão varia conforme idade, histórico e qualidade dos embriões. Em muitos casos, a transferência única é a mais recomendada por segurança.


